sexta-feira, 3 de julho de 2009

Ministério da Saúde recomenda adiar viagens ao Chile e Argentina

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recomendou a idosos com 60 anos ou mais, crianças com até dois anos de idade e pessoas com baixa imunidade que adiem viagens ao Chile e à Argentina para prevenir infecções pelo vírus Influenza A (H1N1). De acordo com o ministro, a recomendação foi definida com base em critérios epidemiológicos, já que grande parte dos casos da nova gripe no Brasil são de pessoas que voltaram de viagem a esses dois países.

O ministro explica que o Ministério da Saúde não determinou a proibição de viagens para países afetados pela influenza A (H1N1). Segundo ele, deve haver prudência e bom senso porque as férias estão chegando, o que aumenta a circulação de turistas brasileiros em países com casos confirmados da doença. “Essa é uma medida adicional e de prevenção”, afirmou o ministro. “No Brasil, não há transmissão sustentada, mas todos os casos autóctones têm vinculo com infecção contraída fora do País”.

Reforço -
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, na segunda-feira (22), novas medidas para reforçar a vigilância em portos e aeroportos de todo o País, devido ao aumento do número de casos de Influenza A (H1N1) em países vizinhos do Brasil. Também será aumentado o alerta em todas as entradas para detectar, diagnosticar e encaminhar para tratamento casos de pessoas com suspeita de infecção pelo vírus.

As novas medidas incluem a adoção da Declaração de Saúde do Viajante (DSV), harmonizada entre os países do Mercosul, com apresentação obrigatória para todos os passageiros; a distribuição de 500 mil formulários nos portos, aeroportos e áreas de fronteiras; a obrigatoriedade de que as companhias aéreas forneçam a lista de passageiros no momento da chegada do avião; e o remanejamento de funcionários para fortalecer o controle nos postos de fronteiras com países da América do Sul e no aeroporto Internacional de Guarulhos.

Grandes Projetos de Responsabilidade social

Empresas com relevantes Projetos de Responsabilidade social

Responsabilidade Social

O empresariado nacional de hoje está oferecendo ao mundo globalizado um grande exemplo de solidariedade e responsabilidade social.

São decisões, maduras, de investimentos em projetos próprios, ou em parcerias com entidades governamentais e não governamentais, nos campos da saúde, habitação, educação e ecologia, dentre outros, destinados a fortalecer o desenvolvimento humano, proteger as potencialidades naturais e melhorar a qualidade de vida dos brasileiros.

Este engajamento mostra que o verdadeiro sentimento de cidadania, apesar da violenta carga tributária que sufoca a atividade empresarial, tem sido o fator decisivo na elaboração das agendas de quem tem força, conhecimento e poder para decidir.

A rede de construção de uma nova sociedade já tem muitos elos, sólidos e sem fronteiras, que conseguem abarcar comunidades e grupos sociais díspares, muitas vezes desconhecidos, que de uma forma ou de outra, valendo-se das propostas corajosas de ajuda e participação de terceiros, conseguem fugir do limbo e a cada dia vencer as correntes da exclusão.

São estes os campeões de Responsabilidade Social que o Jurisway tem o prazer de destacar e mostrar, como ícones do novo mundo, dignos do respeito e admiração dos brasileiros, e aos quais, referenciando-os, dedica sua especial homenagem.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

UNISANG O MAIOR EMPRESA DE COLETA DE SANGUE DO OESTE BAIANO COM SEDE EM BARREIRAS BAHIA 

O Ministério da Saúde está organizando, esta semana, a campanha publicitária "Doe Sangue, doe vida", em comemoração ao Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, comemorado em 25 de novembro. A proposta do governo federal, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, é explicar à população a importância e os critérios básicos para a doação de sangue. 

Até o próximo sábado (25), várias ações vão ocorrer em todo o país para valorizar este gesto de solidariedade e cidadania. O Ministério da Saúde vai distribuir material impresso (folhetos e cartazes) aos serviços de hemoterapia públicos de todo o país sobre a Semana Nacional deDoação Voluntária de Sangue 2006 e os doadores de sangue receberão, neste período, um curativo personalizado com a frase "Doei sangue hoje". 

A campanha esclarece sobre a simplicidade do gesto que pode salvar vidas. A garota-propaganda das peças publicitárias deste ano é a atriz Grazielli Massafera. Nas fotos, ela veste uma camiseta branca com a mensagem "Doe Sangue, doe vida". 

O texto do folheto à disposição de usuários do SUS informa que doar sangue não dói, é fácil, rápido, não afeta a saúde do doador e, sobretudo, salva muitas vidas. E faz um apelo: "Não cruze os braços para esse problema". 

Parâmetros
Hemocentros e bancos de sangue periodicamente chamam a atenção para a doação regular de sangue de forma a aumentar o número de voluntários fidelizados no país. No Brasil, 1,8% da população doa sangue e, de acordo com parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS), para manter estoques regulares, é necessário que 3% a 5% da população faça isso regularmente. 

Do total de material coletado, 49% vem de doações espontâneas e o restante, de reposição. Pelo perfil do doador, 46% deles são jovens entre 18 a 29 anos e mais de 35% são mulheres. 

Em 2005, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 3,25 milhões de doações, número 6% maior que o apurado no ano anterior, quando ocorreram 3,04 milhões de doações. 

Além de campanhas, o Ministério de Saúde, por meio da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados, trabalha no desenvolvimento de sistemas de informações para avaliar constantemente a captação de doadores, coletas e transfusões. Busca, ainda, otimizar recursos e investir na qualidade do sangue a ser dispensado à população brasileira. 


segunda-feira, 25 de maio de 2009

10 passos para a adoção

10 passos para a adoção

Se você pretende adotar uma criança, mas não sabe por onde começar, confira as orientações que preparamos para te ajudar


Redação Crescer


Shutterstock

Você quer adotar uma criança, mas não sabe por onde começar? Então, saiba que não está sozinho.

De acordo com a pesquisaPercepção da População Brasileira sobre a Adoção, da Associação dos Magistrados Brasileiros, feita em 2008, a maior parte da população brasileira não sabe quais são os passos para aadoção. Os números espantam: cerca de 37% deles procurariam crianças e maternidades e 28% em abrigos. Apenas um terço recorreria ao local certo, as Varas da Infância e Juventude espalhadas pelo país. 

Para ajudá-lo nessa tarefa, a Crescer listou os 10 passos principais que você deve seguir. Confira: 

1. Procure o Juizado da Infância e da Juventude mais próximo de sua casa para entrar no Cadastro Nacional de Adoção (se preferir, você pode contratar um advogado de Família de sua confiança, especializado em processos de adoção). Ligue antes para saber quais documentos levar – eles variam entre os juizados. Pessoas solteiras, divorciadas e judicialmente separadas também podem adotar, desde que sejam maiores de 18 anos (artigo 1618 do Código Civil) e pelo menos 16 anos mais velho que o adotado (art. 1.619) . A Justiça ainda não prevê adoção por casais homossexuais, mas é cada vez mais comum pais do mesmo sexo conseguirem registrar a criança no nome dos dois após decisões judiciais. 

2. No cadastro, indique o perfil da criança que deseja. Você pode escolher o sexo, a idade (no caso de crianças maiores de 3 anos, é chamada de adoção tardia), o tipo físico e as condições de saúde. Pense com calma e converse com outros pais para saber o que é bacana e o que não é em cada escolha. 

3. Até dois meses, uma psicóloga do juizado agendará uma entrevista para conhecer seu estilo de vida, renda financeira e estado emocional. Ela também pode achar necessário que uma assistente social visite sua casa para avaliar se a moradia está em condições de receber uma criança. Teoricamente, o poder aquisitivo influencia, mas não é decisório. 

4. A partir das informações no seu cadastro e do laudo final da psicóloga, o juiz dará seu parecer. Isso pode demorar mais um mês, dependendo do juizado. Com sua ficha aprovada, você ganhará o Certificado de Habilitação para Adotar, válido por dois anos em território nacional. 

5. Sua ficha pode não ser aprovada. O motivo pode ser desde a renda financeira até um estilo de vida incompatível com a criação de uma criança. Se isso acontecer, procure saber as razões. Você poderá fazer as mudanças necessárias ou até mesmo recorrer à Justiça e começar o processo novamente. 

6. Com o certificado, você entrará automaticamente na fila de adoção nacional e aguardará até aparecer uma criança com o perfil desejado. Ou poderá usar o certificado para adotar alguém que conhece. Nesse caso, o processo é diferente: você vai precisar de um advogado para entrar com o pedido no juizado. 

7. A espera pela criança varia conforme o perfil escolhido. Meninas recém-nascidas, loiras, com olhos azuis e saúde perfeita – a maioria dos pedidos – podem demorar até cinco anos. A lei não proíbe, mas alguns juízes são contra a separação de irmãos e podem lhe dar a opção de adotar a família toda. E não esqueça: a adoção depende do consentimento dos pais ou dos representantes legais de quem se deseja adotar, além da concordância deste - se tiver mais de 12 anos. A exceção fica para o caso de criança ou adolescentes cujos pais sejam desconhecidos, falecidos ou tenham sido destituídos do poder familiar (o antigo pátrio poder). 

8. Você é chamado para conhecer uma criança. Se quiser, já pode levá-la para casa. Quando o relacionamento corre bem, o responsável recebe a guarda provisória, que pode se estender por um ano. No caso dos menores de 2 anos, você terá a guarda definitiva. Crianças maiores passam antes por um estágio de convivência, uma espécie de adaptação, por tempo determinado pelo juiz e avaliado pela assistente social. 

9. Depois de dar a guarda definitiva, o juizado emitirá uma nova certidão de nascimento para a criança, já com o sobrenome da nova família. Você poderá trocar também o primeiro nome dela. As relações de parentesco se estabelecem não só entre o adotante e o adotado, como também entre aquele e os descendentes deste e entre o adotado e todos os parentes do adotante. 

10. E, por fim, lembre-se do mais importante: o vínculo de amor não depende da genética.